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Natan
Natan Belo da Silva

  • CAPTURADO

    Roubo Assalto a Mão Armada

    1 - Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), I e II; Quadrilha ou Bando (Art. 288 - CP), §1º
    2 - Roubo (Art. 157 - Cp)
    3 - Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), A, I N/F Concurso Material (Art. 69 - Cp)
    4 - Latrocínio (Art. 157, § 3º, 2ª parte - CP) C/C Crime Tentado (Art. 14, II, Cp).
    5 -
  • CV - Comando Vermelho
  • Assaltante de Joalherias e Integrante do Tráfico de Drogas
  • Morros da Fallet e Fogueteiro - Santa Tereza - Rj
  • 12/03/1993
  • RG Nº. (I.F.P.) 271.792.715
  • Rio de Janeiro - RJ
  • Capturado

Histórico

A Polícia Civil prendeu neste sábado (15/02) Natan Belo da Silva, apontado como um dos maiores ladrões de joalheria do Rio e procurado há vários anos.

Ele integrava organização criminosa especializada em roubos de joalherias em shoppings centers do Rio de Janeiro, possuindo 19 (dezenove) anotações criminais por roubos e 7 (sete) mandados de prisão pendentes, estando foragido desde 2016, mesmo com diversas operações policiais para prendê-lo que resultaram em apreensões de armas, drogas e prisões de outros integrantes da quadrilha.


Histórico

Natan Belo da Silva, o Natan é ligado a facção Comando Vermelho e faz parte do tráfico de drogas do Morro do Fallet e Fogueteiro, cujo comando estão nas mãos do traficante Paulo César Baptista de Castro, o Paulinho do Fogueteiro.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciária, consta que Natan encontra-se na condição de Evadido do Sistema Prisional desde 23/09/2016, quando estava no regime aberto e não retornou a Casa do Albergado Crispim Ventino.

A Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), após oito meses de investigação, identificou e indiciou 32 criminosos atuantes em diversos roubos a joalherias situadas no interior de shoppings. Foram instaurados 19 inquéritos na DRF para apurar roubos a joalherias ocorridos entre os anos de 2016 e 2017. Destes, 14 foram concluídos e encaminhados à Justiça com representação pela prisão dos autores e outros cinco continuam em andamento.

As investigações apontaram a existência de quatro grandes quadrilhas responsáveis pelos crimes. Foram expedidos pela Justiça 45 mandados de prisão.

0180633-71.2018.8.19.0001 Trata-se de ação penal em desfavor de NATAN BELO DA SILVA, dando-o como incurso nas penas do artigo 157, §3º, c/c artigo 14, II, ambos do Código Penal. Inicialmente, verifico que há prova de materialidade e indícios da autoria do crime, que decorrem das declarações das vítimas (fls. 06/07 e 132/133) e das testemunhas (fls. 58/63, 67/68, 94/95, 100/103, 130/131), além do auto de apreensão de fls. 50, dos autos de reconhecimentos de fls. 76/77 e 104/105 e das imagens das câmeras do local (fls. 20/44), que instruíram o inquérito. Presente, pois, a justa causa para deflagração da ação penal. Considerando que estão presentes os requisitos do art. 41 do CPP e ausentes as hipóteses do art. 395 do CPP, RECEBO A DENÚNCIA, proposta pelo MP em face de NATAN BELO DA SILVA, nos termos do art. 395, a contrario sensu do CPP. Cite-se, com cópia da denúncia, nos termos do artigo 396 do CPP, para responder à acusação, por escrito, no prazo de dez dias. Na ocasião, o OJA deverá certificar se o réu deseja ser assistido pela DPGE. Com a certidão, venham os autos conclusos. Atenda-se à cota do Ministério Público. II - O pedido de prisão preventiva merece ser acolhido. Isso porque, da análise dos autos verifica-se a presença dos requisitos autorizadores da decretação da prisão cautelar, quais sejam, o fumus comissi delicti e o periculum libertatis, uma vez que há, a princípio, indícios da autoria e da materialidade do crime, o que é consubstanciado pelas declarações e documentos que instruem o inquérito. Acrescente-se que a prisão do(a) acusado(a) é necessária à garantia da instrução criminal na medida em que se faz imprescindível para a colheita da prova oral, assegurando a tranquilidade da vítima que o reconheceu em sede inquisitorial. O denunciado chegou ao local em uma motocicleta conduzida por um segundo roubador não identificado, abordando a vítima E. que se encontrava em um quiosque, mediante grave ameaça exercida com o emprego de uma arma de fogo, subtraindo-lhe alguns de seus bens, e após perseguição iniciada pela referida vítima, efetuou disparos na direção da mesma, que vieram a atingir a vítima L. , que se encontrava na praia, evadindo-se do local na motocicleta conduzida pelo segundo roubador. Ademais, o réu possui diversas anotações por delitos de mesma espécie, consoante Folha de Antecedentes Criminais, acostada aos autos (fls. 158/162), constando inclusive condenação transitada em julgado em 30.11.2016, perante o juízo da 5ª Vara Criminal desta Comarca, por delito de roubo duplamente qualificado. Deste modo, tais fatores denotam a necessidade do acautelamento, de forma a garantir a ordem pública e a aplicação da Lei Penal, na forma do artigo 312 do CPP. Frise-se, por oportuno, que o delito imputado ao réu possui pena máxima superior a 04 (quatro) anos, o que atende ao requisito objetivo do art. 313, I, do CPP. Diante do exposto, DECRETO a prisão preventiva do réu NATAN BELO DA SILVA, com fulcro no artigo 312 do CPP. Expeça-se mandado de prisão em desfavor do mesmo. Deverá constar do mandado o prazo de 16 anos (artigo 109 do CP). Intimem-se. Cumpra-se.

Quem tiver qualquer informação a respeito da localização do miliciano Van Damme, favor denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp do Portal dos Procurados (21) 98849-6099; ou pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procuradosrj/, ou pela mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, ou pelo Aplicativo para celular do Disque Denuncia.